domingo, 21 de janeiro de 2018

Ciência Dogmática - Últimos Estertores ?




Já estaria no inconsciente coletivo a inevitável reaproximação da espiritualidade  com a ciência  e seus últimos estertores  impeditivos da  abertura de novos caminhos de se pensa-la ?



A ciência nos deu muito e continuará regendo nossos caminhos, mas estes novos caminhos passam , sem dúvida, por pensarmos menos dogmaticamente e por termos a coragem de nos  desatrelarmos  de  "certezas" científicas , no mínimo,  oscilatórias...


Abaixo, palestra de Rupert Sheldrake ,banida da TeDx . 


Segundo o canal "O Grande Trabalho ", Rupert Sheldrake, em palestra proferida na TEDX ,  fala sobre pontos filosófico/científicos que são ensinados nas academias tradicionais de ciência , mas que não entram em concordância com a realidade que pode ser observada, estudada, e compreendida, COMO EXATAMENTE PRECONIZAM  OS PRÓPRIOS CÂNONES CIENTÍFICOS. 




 Estranhamente, essa palestra foi banida da TeDx , provavelmente por sua influência no campo científico  "não poder ser medida  ".

"A Desilusão da Ciência"
 Palestra do biólogo, bioquímico, parapsicólogo, escritor e palestrante inglês; mais conhecido por sua teoria da morfogênese .


Fonte- vídeo:
Youtube - canal: "O Grande Trabalho"


Mary Lúcia Oliveira

sábado, 13 de janeiro de 2018

O Centésimo macaco ou "Teoria morfogenética"





Os mitos , de maneira geral; especialmente os greco-romanos, são amplamente utilizados até hoje  em várias áreas do conhecimento, devido ao fato de estarem intimamente ligados aos arquétipos mais básicos do ser humano. 

Hoje , vem da  biologia um mito bastante eloquente ou  uma nova teoria que promete revolucionar toda a ciência: a "Teoria Morfogenética" , também conhecida como o mito do “Centésimo Macaco”.


Trata-se de uma história , contada de formas diferentes , não restando claro onde terminam os fatos e começam as metáforas. A história se baseia em observações científicas sobre colônias de macacos no Japão. A versão mais amplamente difundida foi escrita por Ken Keyes Jr.

A massa crítica e o centésimo macaco:

Vídeo-Fonte:



E para quem tiver a alma sedenta de saber , deixo o vídeo abaixo.

Entretanto, se você é cético , espírita ou espiritualista , mas não tem o espírito aberto para o novo, 
não assista !

E sim, o vídeo é longo.
Evolução = conhecimento.
Quem disse que evoluir seria um trabalho fácil ?

Mary Lúcia Oliveira.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Da Blindagem Científica.

O movimento dos astros não se enquadrava  muito bem no modelo harmônico da mecânica clássica. Isso foi percebido por Isaac Newton, ao notar que desvios imprevisíveis aconteciam quando mais de dois corpos se alinhavam pela sua força gravitacional... 

Após essa percepção,  tem início ; a partir de Newton,  o campo de estudo do sistema gravitacional com equações diferenciais NÃO lineares.



Oi ?  Hein ? Que  mer.....
.....gulho na maionese  é esse  ? 
Não entendi . Dá pra facilitar ?
 No que é que isso vai alterar minha vida, Mary?

Bom, o relevante mesmo , pela própria acepção  da palavra, é o fato de a "não linearidade" e o "caos" guardarem entre si  uma certa proximidade...

Caos...

...Uma palavra bastante comum no linguajar popular, que utilizamos  como sinônimo de aleatoriedade, azar, não previsibilidade, desordem, e por  aí vai... Porém , sob o ponto de vista etimológico , esses sinônimos são mais recentes, afinal, a palavra "caos" deriva de "khaos"; termo grego , significando: abismo, vazio, vasto. .. Estando a  ciência  sempre a utilizar termos gregos para suas "teorias",como a "Teoria do Caos"  que :


"...trata de sistemas complexos e dinâmicos rigorosamente deterministas, mas que apresentam um fenômeno fundamental de instabilidade , chamado de sensibilidade às condições iniciais que, modulando uma propriedade suplementar de recorrência, torna-os  não previsíveis na prática a longo prazo..."


Cientistas mencionam acerca desta teoria que, esta  mesma instabilidade ou  imprevisibilidade , aparece em quase tudo: do ritmo dos batimentos cardíacos, passando pela compreensão de fenômenos meteorológicos, desenvolvimento das populações , às variações nas cotações das Bolsas de Valores...

Contraditoriamente, o crédito de que a ciência desfruta perante os cidadãos é exatamente o de por ordem ao caos, organizar o conhecimento ; embora , para “organizá-lo” , tenha tido de compactá-lo em segmentos que nem sempre “conversam” entre si...  

Mary pensando: "...Ué... como é que dentro da ciência possa haver algo não linear ? E mais, imprevisível?  Isso não desafia a lógica cartesiana , assim como os axiomas espiritualistas, por exemplo?  

Então é isso ? Para certas "incoerências" , ter-se-á   o aval da comunidade científica; já para outras - como a intencionalmente e negativamente rotulada "pseudociência" -  não haverá a mesma  flexibilidade?

Ok , talvez eu tenha "forçado a barra" , mas faz algum sentido... 



Mary Lúcia Oliveira.





domingo, 3 de dezembro de 2017

EXTRA - Teoria de Conspiração ou Questão de Segurança Global ?

Parece teoria de conspiração , mas e se for algo mais?
Contatados ou escravos?
Canalizações  ou informações falsas para nos deixarem imaginando que estariam nos conduzindo a uma nova era, para , na verdade, estabelecerem-se aqui ?
Minimamente, deveria ser investigado pelos governos com a cientificidade e seriedade necessárias...


David Jacobs Ph.D - "O Plano Oculto dos Alienígenas na Terra"
* vejam especialmente a partir do minuto 40.


Fonte:

Mary Lúcia Oliveira.

Sim, Ciência e Espiritualidade... Tem Gente Séria Discutindo Isso...


Estudantes de física , em faculdades de expressão no Brasil, que necessitam reunir-se fora da faculdade para conseguirem falar sobre  Ciência e Espiritualidade...

E paradoxalmente, cientistas tornam públicas  teorias finais que não se baseiam em observação para teorização, mas encontram crédito pela "probabilidade de serem verdade..."

Admitam: Ciência e Espiritualidade necessitam, no mínimo, de serem discutidas...


***


Palestra do escritor Alcione Giacomitti no III Fórum de Ciência e Espiritualidade, uma iniciativa da Pozati Filmes em Parceria com a Casa do Irmão Cravo. 
O tema apresentado foi O PARADIGMA QUÂNTICO: A CIÊNCIA DO IMPOSSÍVEL (POSSÍVEL)


Fonte:
https://www.youtube.com/watch?v=_hH1gAJLRC4&t=20s


Mary Lúcia Oliveira.

domingo, 26 de novembro de 2017

Cientistas do Passado.


Cientistas do passado teriam sido mais arrojados e de pensamento  mais  aberto que os de hoje?

Bem, a história está repleta de casos. Até mesmo o festejado casal de cientistas, ganhadores de "Nobels" - Marie e Pierre Curie - tiveram a ousadia , ou a lucidez , de não ignorar o óbvio; após ostensivamente terem checado, como no caso da investigação acerca dos fenômenos apresentados pela médium "Eusápia Paladino".


Talvez, com os métodos investigativos de hoje, tivessem conseguido comprovar o charlatanismo da médium... ou não ...



Mas isso nem vem ao caso.Importante mesmo é perceber o real exercício da ciência: a isenção, a investigação e a capacidade de aceitação em relação àquilo que, não sendo possível provar como falso,   seja , ao menos temporariamente, tornado como verdadeiro ou elevando-se tal ocorrência à condição de teoria ; ao menos até que possa (ou não)  ser falseada...   ...ou por que você acha que a teoria do "big bang",apesar de ser a teoria dominante,ainda estaria na condição de teoria ?(para melhor compreensão,veja: http://quanticamagia.blogspot.com.br/2017/11/estranhos-falsos-e-verdadeiros.html  ).


Assim ,  com  os rigores  científicos possíveis   àquele   tempo  -  provavelmente proporcionais ao charlatanismo da época - o casal Currie AUTENTICOU a médium "Eusápia Paladino", muito famosa na época :

(página 12)

"...O casal Curie autenticou a médium Eusapia Paladino, numa carta a Georges Gouy (físico francês), datada de 24 de Julho, 1905, por sessões supervisionadas por eles próprios:

Foi muito interessante e, realmente os fenômenos que vimos pareciam inexplicáveis como
truques, mesas com quatro pernas suspensas, movimentos de objetos até a certa distancia, mãos que beliscam ou acariciam a pessoa, aparições luminosas. Tudo num local preparado por nós, com um pequeno número de espectadores, todos conhecidos nossos e sem qualquer possível cúmplice.
O único truque possível é o que poderia resultar da extraordinária facilidade da médium como
mágica. Mas, como explicar o fenômeno quando se está segurando as mãos e os pés dela e quando a luz é suficiente para se ver tudo que acontece?

O casal confirmou a genuinidade de Paladino em outra carta, em 14 de abril de 1906, poucos
dias antes de Pierre morrer, novamente a Georges Gouy:

Tivemos mais algumas sessões com a médium Palladino. O resultado é que esses fenômenos
realmente existem e não é mais possível para mim duvidar disso. É improvável, mas existem, e é impossível negar isso, após as sessões que tivemos, em condições controladas. Uma espécie de membros fluidos destacam-se da médium (principalmente dos braços e das pernas...) e empurram com força os objetos. Esses membros fluidos se formam em geral sobre um pedaço de material negro... Mas algumas vezes eles pulam para o ar aberto. Não tenho dúvida que depois de algumas boas sessões, você se convencerá... Você, que tem uma intuição tão grande, com tanta freqüência sobre os fenômenos, como explica esses deslocamentos de objetos de uma distância, como concebe que a coisa seja possível? Existe aqui, em minha opinião, todo um território de fatos inteiramente novos, e estados físicos no espaço, dos quais não temos qualquer idéia.

Esta informação consta no livro de Susan Quinn, chamado "Marie Curie, Uma Vida".  ... "

Fonte:


EUSAPIA   PALADINO


Fonte:


Mary  Lúcia  Oliveira.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

ESTRANHOS FALSOS E VERDADEIROS

Então... ciência , grosso modo , é  a "arte" de formular e confirmar hipóteses, reproduzindo-as, certo ?

Bem, só que não...  ...No método científico , ao contrário do que a maioria de nós supõe ( erro cometido até por cientistas) ,  a hipótese NÃO DEVE ser confirmada .

O objetivo dos experimentos não é confirmar e sim  tentar FALSEAR  a hipótese . O cientista na verdade deve fazer de tudo para PROVAR QUE A HIPÓTESE É FALSA . Não sendo possível provar sua falsidade , aceita-se a hipótese temporariamente como verdadeira ,cabendo  a outros continuar a tentativa de   provar que seja falsa. Desta forma , quanto mais uma hipótese for capaz de resistir  , mais forte ela se tornará, elevando-se à condição de TEORIA .

TEORIA  então é na verdade uma HIPÓTESE que resiste há anos ao seu falseamento e , provavelmente por isso ,  por exemplo,  a teoria da evolução  ainda resista e, de tempos em tempos, fiquemos na dúvida se ovo faz mal ou não; se gordura de porco faz.................................

Assim, falar que algo não passa de teoria , além de ser um grande equívoco, é uma enorme besteira, bem como o fato de tratarmos  as teorias como verdades absolutas  seja um  erro bastante comum- também entre cientistas -  dominados muitas vezes pela vaidade intelectual que, quase sempre , traduz-se em atraso científico.

Não pesquisar, com medo do escárnio público ao descobrir que aquilo em que  sempre se acreditou como falso e irreal possa ser provado como verdadeiro(ou se transforme em  teoria) , ou ainda, por medo do descrédito profissional ao pesquisar o “irreal”  - ou até por vaidade intelectual - acaba  , inclusive, por elevar    certos conhecimentos empíricos  à ribalta ;  embora já pudessem   ter sido  "provados"  ou  refutados(com honestidade  intelectual e não preconceitos) . Bem, aqui acho que vale um adendo: muitas vezes, os cientistas até querem efetuar essas "pesquisas difíceis", porém, não conseguem o investimento necessário.

Entretanto, cabe lembrar que , ainda assim, TEORIA não é sinônimo de verdade absoluta pois poderá vir a ser FALSEADA  a qualquer momento (desde que seja exposta à pesquisas e falseamentos ... o que não acontece com certos assuntos , considerados “marginais” dentro da ciência ), dando assim ensejo  a que tais proposições ,ainda que errôneas ,permaneçam lá, inclusive,  usufruindo do benefício da dúvida.

Estranho é ficar agarrado a certezas que podem cair a qualquer momento...



The Afterlife Investigations | Edição Brasileira 




Fonte:

Mary  Lúcia  Oliveira