Apesar dos termos "quântico" e "magia" já guardarem em si um certo ranço preconceituoso de pseudociência, este é um espaço -não acadêmico - em que se pretende discutir a reaproximação inevitável entre ciência e "magia" , sem preconceitos ou cânones engessantes.
Você entra para uma sociedade secreta/discreta, também
conhecida como “Escola de Mistérios”, e começa a achar que, enfim, tudo faz
sentido... ...Até se decepcionar com o nível de “não- desperticidade”
de seus membros oua simples procura por
poder , por meio dela , devidamente disfarçado por uma busca por conhecimento.
Algumas inclusive você percebe que se
transformaram em mero “networking”, nas quais o “conhecimento dos mistérios
antigos"acaba sendo relegado a um segundo plano e passado “à conta gotas”( ou pelo menos é o
que se imagina que se está recebendo...). Conhecimento?
Mas você pensa: “talvez essa não seja a melhor escola”.E sai procurando por outras “melhores” ,ou mais isentas ...... E segue se decepcionando...
Você até entende que seus frequentadores – pois que humanos - sejam
imperfeitos, porém; ver seus líderes e instrutores, cultivando padrões incompatíveis com
um desenvolvimento mínimo da intuição e/ou , notadamente ,não conseguindo assimilar os
padrões materiais repetitivos da sociedade material que os cerca é , no mínimo,
desanimador.
Se não se consegue perceber as armadilhas materiais à sua
volta , especialmente o jogo político de forças sociais que desde os primórdios
atravancam a evolução humana, com a desculpa de não se envolver com "política" ou com padrões
negativos, ou ainda, exercer a defesa irrestrita de um conservadorismo atávico; como esperar que alguém que ainda não domine
tais armadilhas materiais possa estar desperto para“instâncias superiores” ?
A coisa é tão grave que, em muitas dessas sociedades , se o salvador esperado por elas , aparecer-lhes com um visual e modo de se expressar modernos, ou ainda , se este não vier em carne mas sim em espírito ou "idéias" , não o reconhecerão...
Assim como civilizações antigas e ultrapassadas, talvez tais sociedades igualmente sejam mistificadas tanto pelos seus antigos feitos quanto pelos seus personagens (ultra)passados, ou ainda, pelos seus dogmas e atitudes engessantes - que sequer conseguem
assumir que possuem.
É quando
enfim você pensa : mistérios ?
Ainda acho que eles existem, porém...
...Talvez algo tenha dado errado lá atrás , perpetuando-se até hoje...
...Talvez seja mais simples do que fazem parecer...
Talvez tudo - COMO ESTÁ - não passe de um grande e histórico “blefe”...
Cartas marcadas para nossa INvolução !
E ainda,
Em "tempos internéticos" , aliados à intuição (hoje amplamente ofertada a quem se propuser a desenvolvê-la)...
...Seria realmente necessário estar em uma "escola de mistérios"?
Deuses do Eden. Sumerios, Anunakis e Enki - Video 1
De início, para um cérebro normal, acostumado a explicar o mundo de maneira lógica : apenas coincidência.
Mas essa coincidência vai aumentando, até chegar a um ponto em que a própria lógica fica corada de vergonha com esta sua explicaçãozinha.
Você não tem coragem de comentar com os outros por saber que será considerada louca.... mas você segue vendo, em várias ocorrências no MESMO DIA:
- Ao olhar para o relógio: 11:11 - No computador: 11:11
- Você está em um carro, conversando animadamente com alguém e, em alguns segundos, desvia o olhar e vê a placa do carro à frente : 1111
- Você detesta futebol , mas quando o Brasil joga você vai, de tempos em tempos à sala, para dar um "confere" no jogo e, o camisa onze , parecendo saber o momento em que você vai aparecer na sala , para de correr e vira de costas ao você chegar , e lá está: 11
-Você vai ao cartório e adivinha qual a senha que lhe coube? 11
-Você vai ao supermercado : R$ 111,11
... E outras tantas ocorrências...
Aí você se convence de que está acontecendo algo e começa a pesquisar.
Morrendo de vergonha de si mesma, joga no google : "número 11" , "ver número 11"...
... e acaba descobrindo uma espécie de fenômeno mundial...
... Até que , cinco anos depois, algo parece enfim mudar:
E você passa a ver também o 22 e o 33 ...
(...)
Aos que , como eu (há cerca de cinco anos ) , estejam vivenciando esta sincronicidade ; a melhor explicação que consegui :
Já estaria no inconsciente coletivo a inevitável reaproximação da espiritualidade com a ciência e seus últimos estertores impeditivos da abertura de novos caminhos de se pensa-la ?
A ciência nos deu muito e continuará regendo nossos caminhos, mas estes novos caminhos passam , sem dúvida, por pensarmos menos dogmaticamente e por termos a coragem de nos desatrelarmos de "certezas" científicas , no mínimo, oscilatórias...
Abaixo, palestra de Rupert Sheldrake ,banida da TeDx .
Segundo o canal "O Grande Trabalho ", Rupert Sheldrake, em palestra proferida na TEDX , fala sobre pontos filosófico/científicos que são ensinados nas academias tradicionais de ciência , mas que não entram em concordância com a realidade que pode ser observada, estudada, e compreendida, COMO EXATAMENTE PRECONIZAM OS PRÓPRIOS CÂNONES CIENTÍFICOS.
Estranhamente, essa palestra foi banida da TeDx , provavelmente por sua influência no campo científico "não poder ser medida ".
"A Desilusão da Ciência"
Palestra do biólogo, bioquímico, parapsicólogo, escritor e palestrante inglês; mais conhecido por sua teoria da morfogênese .
Os mitos , de maneira geral; especialmente os greco-romanos, são
amplamente utilizados até hoje em várias
áreas do conhecimento, devido ao fato de estarem intimamente ligados aos
arquétipos mais básicos do ser humano.
Hoje , vem da biologia um mito bastante eloquente ou uma nova teoria que promete revolucionar toda a ciência: a "Teoria Morfogenética" , também conhecida como o mito do “Centésimo Macaco”.
Trata-se de uma história ,
contada de formas diferentes , não restando claro onde terminam os
fatos e começam as metáforas. A história se baseia em observações científicas
sobre colônias de macacos no Japão. A versão mais amplamente difundida foi
escrita por Ken Keyes Jr.
O movimento dos astros não se enquadrava muito bem no modelo harmônico da mecânica clássica. Isso foi percebido por Isaac Newton, ao notar que desvios imprevisíveis aconteciam quando mais de dois corpos se alinhavam pela sua força gravitacional...
Após essa percepção, tem início ; a partir de Newton, o campo de estudo do sistema gravitacional com equações diferenciais NÃO lineares.
Oi ? Hein ? Que mer.....
.....gulho na maionese é esse ?
Não entendi . Dá pra facilitar ?
No que é que isso vai alterar minha vida, Mary?
Bom, o relevante mesmo , pela própria acepção da palavra, é o fato de a "não linearidade" e o "caos" guardarem entre si uma certa proximidade...
Caos...
...Uma palavra bastante comum no linguajar popular, que utilizamos como sinônimo de aleatoriedade, azar, não previsibilidade, desordem, e por aí vai... Porém , sob o ponto de vista etimológico , esses sinônimos são mais recentes, afinal, a palavra "caos" deriva de "khaos"; termo grego , significando: abismo, vazio, vasto. .. Estando a ciência sempre a utilizar termos gregos para suas "teorias",como a "Teoria do Caos" que :
"...trata de sistemas complexos e dinâmicos rigorosamente deterministas, mas que apresentam um fenômeno fundamental de instabilidade , chamado de sensibilidade às condições iniciais que, modulando uma propriedade suplementar de recorrência, torna-os nãoprevisíveisna prática a longo prazo..."
Cientistas mencionam acerca desta teoria que, esta mesma instabilidade ou imprevisibilidade , aparece em quase tudo: do ritmo dos batimentos cardíacos, passando pela compreensão de fenômenos meteorológicos, desenvolvimento das populações , às variações nas cotações das Bolsas de Valores...
Contraditoriamente, o crédito de que a ciência desfruta perante os cidadãos é exatamente o de por ordem ao caos, organizar o conhecimento ; embora , para “organizá-lo” , tenha tido de compactá-lo em segmentos que nem sempre “conversam” entre si...
Mary pensando: "...Ué... como é que dentro da ciência possa haver algo não linear ? E mais, imprevisível? Isso não desafia a lógica cartesiana , assim como os axiomas espiritualistas, por exemplo?
Então é isso ? Para certas "incoerências" , ter-se-á o aval da comunidade científica; já para outras - como a intencionalmente e negativamente rotulada "pseudociência" - não haverá a mesma flexibilidade?
Ok , talvez eu tenha "forçado a barra" , mas faz algum sentido...